Ensaio Book Ana diária 1

Ensaio Book Ana diária 1
31 de outubro de 2012
"I just wanna be free. I just wanna be me."
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domingo, 3 de julho de 2011

Minha meia noite em São Paulo

É parece que estamos com um problema. Aparentemente, este sábado foi meu último dia de aula aqui em São Paulo. E, normalmente, eu venho postando sempre que estou por aqui. Será o tal #SPFeelings inspirador que faz isso com a gente? Enfim... esse “último” dia de aula veio com um gostinho melancólico, desde a chegada no aeroporto sexta até a volta do curso para o hotel final da tarde de sábado. O fato é que, depois daquela primeira impressão errônea que tive ao chegar aqui no início de março, – incríveis 4 meses atrás - hoje me vejo fascinada por essa imensa cidade. De repente não consigo imaginar que, daqui quinze dias não precisarei – por regra – vir até aqui... Todo caso, essa minha impaciência antecipada já faz com que eu esteja me organizando para vir fazer um outro curso, esse curtinho, três dias, ainda esse mês. Acho que viciei! O que é bom, já que aqui a cultura é tão rica, tanto nos cursos quanto nas pessoas, nas ruas, nos prédios, no céu. Sei lá, parece que em São Paulo tudo é diferente. Tudo acrescenta um novo pensar aqui dentro da gente. Pra mim São Paulo é isso: acréscimo de um muito! Amanhã vou embora me sentindo mais inteligente! Rsrs. Enfim... Hoje mesmo, decidi sair pra comer uma massa aqui por perto, tava com desejo. Peguei só o básico, dinheiro e celular, e saí na noite agradável e quente que está fazendo por aqui. Saí do hotel, segui pouquinho pela Consolação, virei a primeira à esquerda e lá estava ela... a Avenida Paulista! Parece que a gente entra em outro mundo. Isso aqui é no Brasil mesmo? Pré-conceitos a parte, nada contra o nosso país, mas... não vou entrar nesses parâmetros. Sei que lá estava eu: no meio dessa avenida contagiante, que coisa maravilhosa! Dá vontade de sentar no meio fio da calçada e só ficar olhando. Olhando tudo na volta. Acho que seria capaz de fazer isso uma noite inteira. E as pessoas fazem isso mesmo por aqui, se encontram nas calçadas, sentam nas escadarias da rua para jogar papo fora, caminham de mãos dadas namorando em total liberdade de expressão de diversos tipos de sentimentos. Quando estava quase chegando no meu destino, cruzei com uma senhora que vinha olhando para o céu, olhos de quem está pensando em algo muito bom, o sorriso veio fácil pra ela. Não sei se sou eu que, volta e meia, tenho essas visões românticas da vida ou se realmente as pessoas se contagiam pelo espírito encantador dessa avenida. Acho que se eu ficasse uma noite inteira observando toda figura que passa por ali, eu sairia com, no mínimo, uns cinco roteiros embaixo do braço. Só o tempo de comer minha massa e tomar um choppinho foi o suficiente pra pensar em um montão de coisas. Maaas, “viagens na maionese” ficando de lado, nem era pra eu ter me prolongado tanto assim. De fato, São Paulo me inspira, e mesmo que esse primeiro curso tenha terminado, outros virão! E, afinal, a inspiração tem me encontrado em Porto Alegre também, estou com um roteiro novo pronto, com as idéias fervilhando aqui dentro pra fazer ele acontecer. Mas, pra não esquecer dos “filhos” de antes, quero dar uma notícia que tem me deixado muito feliz: o ELA SÓ finalmente está pronto! Áudio dolby 5.1, ajustes de cor, legendas! E a difusão pelos festivais também já começou, portanto cruzem os dedos e torçam pra que a gente rode bastante por aí com nosso curta de terror! E, por falar em minhas inspirações, não posso deixar de comentar que eu – antes tarde do que nunca – surpreendentemente me adaptei – e me viciei – em leitura de livros!!! Estou numa fase Nicholas Sparks, – e, para não fugir a regra, eu sempre tenho que ser diferente – estou lendo os livros dos filmes que eu já vi!! Mês passado li “Querido John” que me encheu de emoção do início ao fim e fez eu viajar por um mundo de puro romance descritos de uma maneira totalmente crível e apaixonante... muito melhor do que o filme! Agora já passo da metade do “Um amor para recordar” – filme esse que é um dos meus preferidos – e o livro já me deixou maravilhada até agora. Sparks, grande autor. Eu estava há dias pensando que eu queria postar. E acho que é por isso que tá sendo essa enxurrada de pensamentos!! Eu chegava perto do computador e de repente desistia. Acho que mais por preguiça mesmo. Cheguei a fazer uma lista dos assuntos que eu queria abordar, porque só assim para eu não esquecer de todos os devaneios que inundam meus pensamentos. Agora, aqui estou eu, levando vocês junto comigo nas minhas loucuras... Mas, voltando a falar em São Paulo Feelings... eu não poderia deixar de falar sobre o lançamento do novo cd da minha amada Marina Lima. CLÍMAX veio pra extravasar! A Marina solta o verbo desde a primeira música quando diz “..nem vem que dessa você não se safa, só eu sei te dar o melhor..”, lá pelas tantas, na mesma música, larga na lata “Só não me venha mais com amor.”. No meio ela pede “..e se você já encontrou a sua parte, me deixe em paz atrás da parte que me cabe..”. Mas depois desse muito e mais, ela termina numa gostosa balada “Acho que agora vejo, acho que eu encontrei, o que vi e sempre procurei... Tive histórias tristes e só eu pensei e que o tempo fez transformar em vitórias, trilhos que me levam a crer nesse forte ímpeto de amar. Amar você, pra sempre!...”. Ela diz que se sente no clímax e acho que isso fica bem explícito em todas as belíssimas faixas desse cd. Preciso dizer que não é um gosto comum, acredito que muitos possam não se agradar do estilo que a Marina traz no seu novo cd, mas ninguém pode negar que o trabalho de mixagem e os desenhos de som são impecáveis! Enfeitados ainda mais pelas poéticas letras e a voz rouca, inesquecível e única da Marina... que cd! Não preciso nem dizer que eu amei, né? E já vou parando por aqui porque senão, depois eu apanho em casa... Rsrsrs. Pra não deixar de falar de filmes. Eu continuo que nem louca freqüentando assiduamente as salas de cinema. Assisti ao extraordinário novo trabalho de Woody Allen, Meia noite em Paris, impecável do início ao fim, roteiro digno de respeito e admiração – e boas risadas, é claro! Esse é o mestre que eu tanto amo e sou fã, sorri feliz por ver um filme tão divertido e bem feito! Assisti também ao peculiar O homem ao lado que, para ser bem sincera, até agora não consegui decidir se gostei muito ou se gostei pouco. A única coisa que sei é que eu gostei! Mas é fato que existem fatores que diminuem o filme, planos muito longos e sem sentido, situações mal trabalhadas, final estranho... por outro lado existem outros fatores de uma genialidade sem fim como o teatro com os dedos, o tio com problemas mentais e o próprio vizinho – o tal homem ao lado. Olha, não sei o que dizer, mas vale a pena assistir pela excentricidade do trabalho. Intrigante! Por fim, sexta quando cheguei por aqui não resisti ao filme A casa um terror que se guia através de um denso e perturbante plano sequência, – que possui alguns cortes mascarados por movimentações de câmera, trabalhados com perfeição – uma câmera nervosa que segue uma personagem, no mínimo, surpreendente. Você começa pensando uma coisa, daqui a pouco tá pensando em outra e termina pensando outra completamente diferente! Filme que é assim, já tem muitos pontos positivos comigo! Adoro trama que engana a gente. Esse filme faz isso e faz bem feito, faz com categoria! E – detalhe importante – dá susto de verdade!!! Não aqueles sustos que a gente já vai se preparando na cadeira. Não esses, aliás, esses também. Mas tem aqueles sustos de verdade, vários deles. Obviamente, desde o primeiro segundo da história a gente já fica tenso na cadeira, caminhando junto, tentando enxergar as coisas que vem pela frente, se situando na história muito devagarzinho. O clima é de suspense desde o início, ou seja, sempre estamos esperando por alguma coisa, mas o mais legal é que os sustos vem quando menos esperamos. E que sustos! ADOREI! Ahhh! E de quebra, o mistério todo não é só baseado nessa casa, no que essa mulher está vivendo, mas em outras coisas também, muitos mistérios... muito interessante. Quero até ver de novo! Não adianta, eu sou do terror... muito bom!
Falei pra caramba, hein? Mas é isso aí, quando vem, vem! Espero que tenham gostado! Ah! E sejam bem-vindos ao meu novo “club”. O design novo do blog tá parecendo boate dos anos 80. Amo! Um bom domingo a todos e um maravilhoso início de semana!
E, claro, muitos e muitos e muitos e muitos beijos para o meu amorzinho!
Tchau, galera! Até!
Bjks,
Pam -)

sábado, 18 de junho de 2011

Never... never... never... Never let me go


Então... (entendam que eu estou começando o post, mas ainda tenho dúvidas do que vou falar)... Quinta-feira fui assistir ao badaladíssimo Namorados para sempre e o mais natural seria o post desse final de semana tratar desse filme. Porém, acho que causarei um quê de polêmica se eu for dar minha opinião mais sincera sobre este romance. Para quem gostou do filme e já ficou nervoso, calma! Não me entendam mal, eu gostei do filme, mas acho que ele não é tudo isso que estão falando... pra ser mais sincera do que eu pretendia ser, não é nem um “tiquinho” disso tudo que estão falando. Peço calma de novo!! Eu não sou dessas menininhas que adoram todas as comédias românticas com final feliz!!!! Pelo contrário! Tenho verdadeira aversão a filmes com finais felizes que poderiam ser bem mais interessantes se tivessem um final mais verdadeiro, que fosse mais triste, mas que casasse melhor com a história. Eu sou aquela que desde pequena torce para os vilões, que gosta de finais trágicos e que, atualmente, escreve roteiros quase sempre com finais sangrentos e tristes. Eu não sou adepta ao básico, ao clássico, ao folhetim de tudo dá certo no final! Peço perdão por estar meio que entregando o filme, mas percebi que em vários cantos da internet já rolam comentários desse tipo, então seguirei minha linha de raciocínio. Acho que o filme acerta no final, acerta na fotografia, acerta – muito! – no elenco, acerta em várias coisas... mas, em um contexto geral de história, pra mim, faltou muita coisa para ser um ótimo filme. Pra mim, ficou na categoria bom. O filme é bom. Bom e ponto final. Sem mais delongas, sem mais elogios. Eu poderia dar mil e uma explicações e analisar milhares de coisas para sustentar minha opinião do porquê não gostei tanto assim do filme como muitos que até já assistiram mais de uma vez, mas prefiro não entrar muito em detalhes porque, no final das contas, cinema é isso aí. É arriscar, inovar, renovar, inspirar, transmitir e provocar diferentes opiniões. Sempre vai ser assim. Alguns vão gostar outros nem tanto – que bom que é assim! Prefiro não me prolongar, apenas deixo aqui minha opinião simples de que não gostei tanto do filme como imaginei que iria gostar, uma pena. Todo caso, tiro meu chapéu para os realizadores, acho que, de fato, inovaram as comédias românticas e apresentaram um filme muito bem feito e diferente de tudo que já foi feito antes, isso já vale muito! Fiquei feliz nesse sentido! Falando nisso, preciso dizer que, apesar de gostar dos vilões e curtir sangue, eu sou a verdadeira manteiga derretida, choro em qualquer filme, admito. Agora, não sei se foi o dia ou o que foi, mas eu não derramei nenhuma lágrima no Namorados para sempre – acreditem, é a mais pura verdade! - e olha que eu já tava na TPM, hein? É... acho que eu realmente não me conectei a história por isso não me entreguei ao filme...
Tá... já falei muuitoo mais do que devia/queria sobre isso. Vou aproveitar para falar de outro filme que vi ontem. E acho que, talvez, eu abra espaço para muitas discussões porque podem pensar que eu sou do contra. Rsrsrs. Ontem fui assistir, aqui em São Paulo, sozinha, ao filme Não me abandone jamais – que estava na sessão cult em um dos Cinemark daqui. Ao longo do filme, percebi que algumas pessoas saíram no meio da sessão, outras ao término da sessão saíram falando mal do filme, outras saíram caladas assim como eu. Provavelmente as que saíram caladas gostaram tanto quanto eu gostei e saíram assim porque de fato entenderam e entraram no filme. Porque a história é dessas mesmo, que te calam a boca, te soqueiam o estômago e te fazem parar por alguns instantes. Preciso admitir que as pessoas que saíram caladas foram minoria, ou seja, imagino que a maioria não tenha gostado do filme. E, talvez vocês pensem que eu seja do contra... mas é inevitável, a verdade é que eu gostei muitíssimo do filme! Eu gosto desse tipo de filme, que te choca, te faz refletir sobre que merda – desculpem a palavra – viemos fazer nesse mundo!?!! O filme conta a história de três jovens que foram criados juntos em um rígido e peculiar internato europeu. Até certa idade eles não sabem exatamente o que são e o que realmente os aguarda no futuro. Mas, com a chegada de uma nova professora que não agüenta a pressão de esconder dos alunos a verdade, eles descobrem seus trágicos e inevitáveis fins. A partir disso mergulhamos em uma comovente e interessante história com direito a triângulo amoroso e uma realidade bizarra que nos faz pensar muito no real sentido da vida. Saí do cinema pensando no que falei agora pouco, cinema é pra isso mesmo, pra despertar diferentes opiniões sobre uma mesma coisa. Cada um tem a oportunidade de desenvolver uma idéia sobre o que assistiu. Mas, confesso que, ao sair da sessão e perceber várias pessoas criticando o filme, me senti um tantinho irritada, pensando que, “ou eu sou louca ou essas pessoas realmente não mergulharam de cabeça nesse filme”. Falo isso porque o filme realmente é bastante parado, com planos lentos, diálogos calmos, personagens frios e tristes. – o “normal” é as pessoas não entenderem e não gostarem. - Mas tudo isso tem um sentido! Porque seria impossível conviver com aquela realidade sem ser dessa maneira, frios e tristes. Para mim foi uma experiência reveladora vivenciar a trajetória daqueles personagens que estão passando por uma situação tão absurdamente triste e grandiosa, ao mesmo tempo. Não me abandone jamais foi bastante badalado em outros lugares do mundo, mas aparentemente, aqui no Brasil, não repercutiu tão bem assim. O filme nem entrou verdadeiramente em cartaz e agora ocupa lugar nos cinemas nessas sessões cults – pelo menos isso, pelo menos em alguns cinemas está em cartaz! Talvez seja um pouco de preconceito meu, mas é nessas situações que percebo como o público brasileiro é fraco e só reage a filmes mais simples. Abrindo parênteses para lamentar o pouco retorno que tenho visto do Estamos juntos – que comentei no último post – um filme brasileiro belíssimo e de muito potencial que está sendo visto por poucos... acho que o brasileiro foi feito para Se eu fosse você mesmo. Não querendo desmerecer este filme, mas só tentando dizer que a gente poderia ser bem mais do que uma comédia com atores globais. É claro que isso é uma questão cultural, de muitos anos, a gente se criou assim, o público brasileiro vem da cultura da novela e dificilmente vai entender ou gostar de filmes mais densos e peculiares. Não é uma crítica, nem tampouco um defeito... Mas é uma pena. Não entrarei em maiores detalhes sobre o Não me abandone jamais porque acho que, quem for ver, precisa vivenciar a situação toda junto com os personagens porque aí sim é que você mergulha naquele mundo melancólico por inteiro. Uma experiência de peso, para mim valeu muito a pena. Me sinto mais plena depois de assistir a filmes como esse que te permitem desenvolver senso crítico e te fazem refletir sobre o que somos e como podemos ser melhores como pessoas nesse mundo maluco em que vivemos.
Estou no meu penúltimo final de semana em São Paulo já sentindo saudades antecipadas dessa correria toda de ponte aérea. Me sinto mais ligada a cidade e admito que a cada vinda gosto um pouquinho mais daqui. Volto a dizer, não para morar, mas com certeza virei mais vezes estudar, visitar, passear. São Paulo é um prato cheio de cultura, lazer e miscigenação de vários tipos.
Espero não ter causado muito rebuliço com o meu post. Acho que o mais importante e o mais legal do cinema é justamente esse despertar de diferentes idéias e opiniões. Que chatice seria se todo mundo gostasse das mesmas coisas. São as diferenças que movimentam o mundo. São as diferentes opiniões e os diferentes gostos que fazem aparecem todos esses tipos de filmes que enfeitam nossas telas de cinema pelo mundo todo. Se todo mundo gostasse dos mesmos tipos de filme, não teríamos diferentes gêneros, nem diferentes atuações, nem diferentes nada! É a diversidade de gostos que faz aparecer esse montão de possibilidades pra gente ver. Eita coisa boa esse tal de cinema!
Por fim, um montão de beijos especiais e carinhosos para a minha fofura que está dodóizinha justo agora que estou longe... te cuida, tá? Daqui a pouco eu tô chegando de volta pra cuidar de vc... beijo beijo beijo beijo!
Até a próxima!
Beijos a todos!
Pam

domingo, 5 de junho de 2011

Filmes Feelings e Jazz


Como uma boa produtora audiovisual, já fui a mais uma estréia nos cinemas. E que delícia foi! Aliás, vou abrir um parênteses aqui pra dizer que, nessa sexta-feira, ao chegar em São Paulo, senti uma coisa diferente... aquela mesma mistura de bem-estar com um certo stress e agonia devido a agitação da cidade, mas de repente fui dominada por uma simpatia e alegria por estar voltando até aqui. Talvez seja porque está acabando, só mais duas aulas e foi-se os 4 meses de curso de Direção de Fotografia Avançada na AIC. Passou rápido... Enfim, cheguei e decidi que não passaria minha tarde toda no hotel. Almocei uma comidinha muito boa, fui pro hotel dormir um pouco porque eu estava quebrada e depois fui pro cinema PlayArte assistir ao novo filme brasileiro que está em cartaz, Estamos Juntos. Ontem conversando com a atriz que estava de voluntária em nossa aula, comentei do filme e ela me disse que as críticas têm sido ótimas. Fiquei feliz! Mas, preferi não ler nada sobre o filme ainda. Antes de ir assistir, apenas tinha visto o trailer e me interessado pelas imagens e pelo elenco, principalmente. Não li nenhuma resenha nem nada e, resolvi não ler antes de fazer esse post porque quero primeiro dar uma impressão minha sobre o que vi. Crua, sincera e apaixonada pelo cinema. Depois quero ler aos comentários dos especialistas, estudar algumas coisas da ficha técnica, conversar com outras pessoas que assistirem e tudo mais... daí eu volto pra falar sobre outras informações. O fato é que, assistir à esse filme, de fato, despertou o meu #SãoPauloFeelings. Olha, nem lembro a última vez em que assisti à um filme brasileiro que conseguisse despertar em mim aquele prazer intelectual de estar vendo um trabalho de qualidade narrativa, visual, de encenação e, de quebra, um banho de novos conceitos. Incrível! Essa é a palavra que me salta a boca só de lembrar do que vi. Não estou exagerando não. O filme é incrível! Elenco excepcional, trabalho de som de qualidade, que envolve o espectador, com conceito, bem feito mesmo! Trabalho de foto igualmente muito bem desenvolvido pelo ótimo Lula Carvalho que nos mostra uma câmera instável na medida certa, enquadramentos diferenciados, conceito! Conceito é o que melhor define o filme! Conteúdo! Um filme bem pensado, bem construído, bem feito mesmo! E o que falar da narrativa... que boa surpresa! Uma história diferente, ótimos diálogos, personagens interessantes, núcleos que se cruzam com naturalidade e sincronia narrativa, sequências muito bem construídas, drama na medida certa, questões que ficam em aberto mas que funcionam lindamente dessa maneira... ou seja, um show de cinema! Sem dúvida alguma um filme muito diferente de tudo que já foi feito por aqui. Fiquei em êxtase quando a menina me disse que as críticas estão apontando o filme como uma diferença positiva. Porque é isso mesmo, muito bom tudo! Pra mim foi uma experiência bem interessante, primeiro por ser minha primeira vez sozinha no cinema aqui de Sampa. Segundo porque a história se passa aqui e isso traz uma sensação muito gostosa pra quem conhece a cidade, por outro lado, é preciso dizer que no filme vemos uma São Paulo que ninguém conhece muito bem, eles mostram uma cidade diferente o que torna tudo ainda mais incrível porque até nisso eles conseguiram inovar! Que coisa mais linda esse trabalho! Não quero me prolongar muito porque faço questão que todos vocês se encaminhem para o cinema e sessão mais próxima de Estamos Juntos e assistam a esse trabalho do cinema nacional com seus próprios olhos. Desliguem a TV, larguem os livres, saiam do computador (depois de ler o post até o final, rsrs) e vão ao cinema!! Não quero entregar nada, todos precisam ver por si próprios! E, outra, nem sei se consigo falar muito mais, por enquanto ainda estou meio que inebriada e maravilhada com o que vi, deslumbrada, feliz e satisfeita por saber que a gente tem sim futuro e com qualidade dos grandes! É só mostrar que temos potencial pra fazer trabalhos diferentes, de conteúdo sim e com a nossa cara!! Coisa boa ver um filme de qualidade indescritível e tudo feito pela galera daqui! Estou orgulhosa e deixo a dica... não percam de assistir nos cinemas porque vale muito muito muito muito a pena! Daqui a algumas semanas, quando mais pessoas tiverem assistido e eu estiver mais calma depois desse êxtase todo, volto pra fazer uma resenha mais completa sobre o trabalho. Ah! E quem quiser dar sua opinião também, trocar alguma idéia, complementar alguma coisa, falar o que achou do filme, é só mandar um comentário por aqui e vamos debatendo, acho ótimo!
Pra ir finalizando o post... preciso dizer que ontem a noite meu #SãoPauloFeelings ficou completo. Primeiro pizzas deliciosas com a galera do curso, Carlos Ebert e seu gaffer figuraça Cícero regaram nosso jantar com muitas histórias da vida de cinema e aprendi pra caramba escutando o que eles contavam pra gente! Depois o Luiz me levou num boteco de jazz incrível! Só em São Paulo para ter um lugar escondidinho, com cara européia, luzes coloridas, porteiro simpático que se apresenta individualmente para cada pessoa que está visitando o bar pela primeira vez e uma banda de jazz tocando em cima de um charmoso palquinho. Muito interessante! Aqui tem de tudo mesmo! Meu amigo disse que a banda de ontem não era muito boa, o repertório era mais bossa, chorinho... eu gostei! mas cansava depois de um tempo, admito. No final das contas, ficamos mesmo conversando mais sobre o curso, sobre nossas experiências cinematográficas e sobre nossas respectivas vidas: ele em Curitiba e eu em Porto Alegre. Cheguei no hotel moída. Tomei um banho, liguei a TV e me deitei falando com ela por mensagem. O sinal acho que tava meio ruim, ela pegou no sono em Poa e eu em Sampa. Mais na madrugada levantei, desliguei a televisão e segui meu soninho. Acordei hoje com uma mensagem fofa dela!! Mesmo longe ela sempre consegue tornar meu amanhecer muito mais delicioso!
São Paulo me conquistou um tantão mais nesse final de semana, mas a verdade mais sincera é que, nada disso tem graça se ela estiver longe de mim... tô morrendo de saudade e louca para voltar para os braços dela! e poder contar pessoalmente sobre as minhas aventuras paulistas enquanto dividimos uma birita pra aquecer o friozinho gaúcho.
Bom, uma coisa é certa, como a Marina sempre disse desde que veio morar aqui, São Paulo têm um enorme quê de inspiração, parece que a gente é dominado por uma série de reflexões, pensamentos e idéias. Acho que isso é da cidade mesmo, contagia a gente meio sem querer, mesmo que a gente não queira.. Isso é que é o mais interessante. Vou sentir saudades daqui. Morar em Sampa eu não viria, mas depois de vir todo esse tempo pra cá, serei obrigada a fazer algumas visitas volta e meia. Essa cidade maluca meio que vicia. confesso. De vez em quando vale a pena vir estudar por aqui, cada esquina é uma escola diferente. Incrível!
Bom, vou ficando por aqui porque ainda tenho que arrumar minhas coisas e partir de volta pra Porto Alegre que, mesmo com suas limitações, atrasos e confusões, sempre será minha cidade natal e meu xuxuzinho. gosto. fazer o quê?!
Espero que vocês assistam ao filme e se manifestem! Tô louca pra conversar com alguém sobre essa belíssima obra! Vamos falando! Beijos e até a próxima!!
E, claro, muitos outros beijinhos especiais só pra ela!
Até!
Pam

segunda-feira, 30 de maio de 2011

O cinema despertando

Depois de mais de dez anos sem dirigir um filme. Depois de muitos e muitos sucessos como atriz – e uma maravilhosa atriz! - ela está de volta. Ela que carrega na bagagem filmes como Taxi Driver, O silêncio dos inocentes, Quarto do pânico, entre muitos outros. Pra mim, qualquer coisa que leve o nome dela é sinônimo de qualidade, inteligência e bons conteúdos. Estou falando dela, Jodie Foster, que volta tanto como atriz, mas também no papel de diretora no excêntrico filme Um novo despertar que estreiou nos cinemas de Porto Alegre na última sexta-feira. O filme traz consigo também o nome de peso do veterano ator Mel Gibson que, nos últimos tempos só tem aparecido nas manchetes por seus ataques de agressão, alcoolismo e vexames. Porém, através dessa chance dada por Jodie Foster, ele volta com tudo no papel do perturbado e depressivo Walter Black, pai de família que se vê em uma depressão que parece não ter solução, depois de anos dormindo a maior parte do tempo dos seus dias, tomando rios de remédios e alimentando o ódio do seu filho mais velho, sua mulher – interpretada por Jodie – toma coragem e o manda para fora de casa. É aí que tudo começa quando ele encontra em um depósito de lixo da rua, um simpático Castor – boneco tipo ventríloquo – que coloca no porta-malas do carro. Nessa mesma noite ele tenta suicídio mas, quando está quase conseguindo, surpreendentemente, o Castor toma vida e passa a falar por ele e ajudá-lo a sair do fundo do poço. É nessa inteligente temática de alucinação, depressão, traumas, medos, distúrbios, loucuras e pequenas pitadas de humor que o filme nos conduz através desse incrível personagem. Vale a pena comentar que a interpretação desse incrível, mas também difícil personagem foi muito, mas muito bem executada por Mel Gibson que dá um show do início ao fim da trama. Tanto como Walter, mas também pelo Castor que “vive” em sua mão esquerda. Em diversos momentos o bichinho parece mesmo ter vida e interpreta com caras e bocas que variam do fofo para o levemente assustador. Uma das melhores cenas do filme sem dúvida alguma é quando o casal está transando na companhia do simpático Castor que também cansa depois do ato consumado. Muito bom! Quero salientar também que a direção de Jodie Foster é impecável. Planos muito bem elaborados que nos guiam levemente quase que disfarçando completamente os cortes. Sequências muito bem decupadas que fluem e atraem nossos olhares o tempo todo. Um filme muito bem feito que não deixa a gente sentir o tempo passar. As críticas lá de fora não foram lá muito boas, mas meu parecer final é que o filme é um delicioso presente para quem gosta de estudar a complexidade humana. O ser humano é capaz de passar por tantas situações que nós nem sequer imaginamos. Abro um parênteses para dizer que mês passado a revista Super Interessante colocou nas bancas uma edição especial só sobre transtornos da mente humana, a revista ainda está nas bancas, comprei há algumas semanas e ali pode-se ver a quantidade de perturbações que podem freqüentar as nossas mentes. O filme fala sobre isso, fala sobre um extremo da depressão. Uma confusão tão grande dentro da mente daquele personagem que ele acaba por se esconder atrás desse bicho de pelúcia que o leva ao ápice do sucesso e depois novamente ao final do poço, em um extremo do extremo do extremo da loucura. Um show de vida, um belo filme. Inteligente, interessante e único! Gostei de verdade e recomendo. Quem gosta do incomum, vai adorar assistir a esse candidato a filme cult. Um novo despertar traz novidade para a tela do cinema e isso é simplesmente incrível!
Aproveito para dizer também que hoje ganhei da minha mãe mais um livro de crônicas da Martha Medeiros. Um daqueles livros de bolso, das antigas, com muitas crônicas gostosas e inteligentes de se ler. É certo que às vezes tem algumas coisas meio extremistas da Martha, mas acho que é por isso que eu gosto tanto dela. Essa coisa de ódio e amor é que movimenta os estudos. Gosto de ler os livros dela porque sempre é possível pensar, repensar, debater comigo mesma, refletir sobre várias coisas. Muito bom! Já li um pouquinho hoje mesmo, assim que cheguei, acho que ali acabarei me inspirando para mais assuntos por aqui.
Então é isso! Semana começando, bastante coisa pra fazer, mas eu venho vindo sempre que posso. Ainda quero falar daqueles filmes que comentei antes e também quero ver se consigo ir assistir ao O poder e a lei. Mas, hoje eu não podia deixar de falar do filme da Jodie, fiquei em êxtase por ver algo tão diferente e tão interessante.
Nos vemos em breve!
Um beijão para cada um dos meus leitores.
E outros tantos beijos bem especiais somente pra ela!
Bjs,
Pam

sexta-feira, 29 de abril de 2011

A garota da capa vermelha tá em Pânico no Rio

Hoje tô desde cedo pensando que quero muito escrever, mas não sei bem o que quero dizer. Pra ir esquentando, vou começar dizendo, ou melhor, pedindo: Por favor, vão aos cinemas assistir Pânico 4!!! Sério! Eu como adoradora de filmes de horror, mega fã do Wes Craven – e suas idéias malucas – e completamente apaixonada pela série Pânico... bom,  a verdade é que eu fiquei em êxtase completo durante as 2h de filme –e continuo até agora!! Olha, arrisco dizer que fiquei mais emocionada do que quando fui ver Arquivo X 2. Não sei explicar a sensação que é assistir aos personagens que tanto gostamos depois de um intervalo de tanto tempo. Sydney, Dewey e Gale, todos de volta! Sensacional!! Óbvio que o primeiro filme da série nunca vai deixar de ser o melhor de todos, mas a verdade é que eu gosto dos três anteriores e adorei o novo número quatro. Tenho o maior orgulho de dizer que eu faço parte da geração Pânico, filme que reviveu o gênero dos serial killers, que arrasou com a máscara inesquecível do assassino e que sempre faz a gente dar pulos na cadeira a cada facada nas vítimas adolescentes de Woodsboro. O novo filme veio todo renovado, personagens novos e mais jovens, mais maliciosos, mais frios, mais malucos – a nova geração de adolescentes – que apresentam as novas regras dos filmes de terror. Piadas – ótimas e muito bem elaboradas -, humor negro de qualidade, diálogos inteligentes, mortes sanguinárias, muitas facadas, muita ação e é claro, o trio principal presente em todos os filmes. Emocionante! Vale a pena cada segundo. Surpreendente, divertido, terror de qualidade, a gente sai do cinema querendo mais! E, ao que tudo indica, se a bilheteria for boa, Wes Craven – diretor – e o roteirista Kevin Williamson voltam com as continuações 5, 6 e por aí vai... Se continuarem com a qualidade, as boas idéias e esse clima incrível da marca Pânico, garanto que vai dar certo e o negócio vai mesmo continuar, os caras tem o tempero certo para o gênero, pra quem gosta como eu, vai continuar pedindo bis e torcendo para que os caras continuem investindo na saga. Agora é esperar e se divertir!! ADORO!
Pra continuar falando em filmes, indico com louvor o também surpreendente e interessante A garota da capa vermelha. Uma envolvente e bem elaborada releitura do clássico Chapeuzinho vermelho. Com um clima de suspense e fantasia, o filme nos guia em uma aventura intensa onde não sabemos quem é bom e quem é ruim. Quem tem medo do lobo mau?? Mal sabe-se quem é o lobo até o surpreendente final da trama. Muito legal! Fui ver mais de curiosa, não tava levando muita fé... mas olha, o filme é bem divertido! Gostei bastante! É certo que tem alguns detalhes de direção – Catherine Hardwick, a mesma diretora de Crepúsculo – que, na minha opinião pecam um pouco, mas são pequenos detalhes, algumas coisas que podem ter ficado um pouco bregas, se é que isso explica alguma coisa. Enfim, o fato também é que esses detalhes acabam passando batido, porque o filme é sim muito bom! Sem contar que, como sempre, Amanda Seyfried arrasa na atuação e deixa a gente grudado na tela. Que olhos grandes você tem vovozinha! Assistam!
Pra ir finalizando o momento cine, obviamente não poderia deixar de falar sobre RIO. Aliás, nem vou falar muito, né? Não precisa. O filme fala por si só. Genial!! Divertido, emocionante, engraçado, coisa mais fofa!!! Claro que mostra vários dos nossos “defeitos” brasileiros, mas ah! Não foi nada muito fora da realidade, se é assim, tem que mostrar que é assim mesmo. E, além do mais, o filme é sobre o Blu e a Jade. “Say you.. say me...” Fofos demais!! Pena foi que eu estava com uma cólica desgraçada na noite que fui assistir. Mas o filme é demais e a companhia carinhosa que assistiu comigo o tempo todo abraçada bem juntinha a mim, fizeram dessa sessão de cinema um evento inesquecível! Muito legal, muito bem feito, músicas ótimas, roteiro divertido, personagens cativantes, um verdadeiro show! Quem me conhece sabe que não sou muito fã de animação, mas me rendo... RIO vale total a pena! E não só porque acho que devemos prestigiar os colegas cineastas brasileiros que conseguem fazer sucesso mundialmente, mas sim porque os caras são feras e fizeram um filme pra lá de bom!! Não é a toa que a bilheteria tá estourada no mundo inteiro! Orgulho pra todos nós!
Tava aqui pensando se escrevo alguma das muitas coisas que tem passado por essa agitada mente que habita meu corpo, mas decidi que não vou falar nada muito detalhado. Eu tô em um momento bem importante na minha vida e tenho pensado bastante sobre coisas que há muito tempo não pensava. Acho que estou conseguindo, devagarzinho, enfrentar antigos medos, situações mal resolvidas, memórias que eu quis esquecer, mas que preciso superar pra poder viver o agora verdadeiramente entregue. Ta sendo bom poder pensar, sinto que em poucos dias já me entendo muito melhor, parece que amadureci um monte e acho que cada vez mais me sentirei melhor, de repente parece que tô superando coisas que eu pensei que já tivesse superado, mas não... e, depois de tanto tempo, é mesmo muito bom tirar esse peso das costas, é renovador e traz uma sensação ótima pra gente. Tô ocupada com muitos trabalhos e estudos, tentando dar o suporte de que minha família precisa e cada vez mais me apaixonando pela pessoa que vem sendo minha companheira nos últimos tempos. Nunca pensei que fosse tão importante e valioso ter uma pessoa que a gente ama ao nosso lado, com ela tudo fica muito mais fácil e muito melhor. Queria aproveitar pra agradecer por ela estar sempre comigo, por me entender, me perdoar, me escutar, me completar e me fazer tão feliz! Obrigada! Saiba que eu também estou sempre aqui pra tudo o que você precisar. Me encanta também olhar o universo e perceber todas as coisas que fizeram a gente se encontrar. Meu mundo é bem melhor depois que você começou a fazer parte dele.
Não adianta, né galera? Eu sou romântica por natureza. Por baixo dessa capa dura de loucura, tem uma Pam Maria mole! Não poderia deixar de mandar um recadinho pra ela..
Agora eu vou indo mesmo... As próximas semanas trazem datas importantes na minha vida e estou ansiosa, acho que vem momentos divertidos por aí. Enfim, espero que tenham gostado das dicas! Nos vemos!
Pra dar tchau, vou reescrever a minha maneira uma frase que é dita no filme “O segredo” e que gosto muito:
Já vi mais de quinze par de olhos hoje, mas meu dia só começa depois que vejo os seus.
Beijos,
Pam

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

FILMES DO TECCINE NA UNITV, canal 15 de Porto Alegre!

Olá, povo amado!
Está na grade de programação das noites da UNITV os filmes realizados de 2008 até o final de 2009 pela galera do Cinema da PUCRS!
Não perca essa oportunidade e assista alguns bacanas, inteligentes e divertidos curtas!
Abaixo coloco a programação com o nome dos filmes e horários:



FILMES PRODUZIDOS PELOS ALUNOS DOS LABORATÓRIOS DE REALIZAÇÃO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PRODUÇÃO AUDIOVISUAL, TECCINE, DA FAMECOS PUCRS.
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Programação para exibição na UNITV – Canal 15 da NET – Porto Alegre/RS
Professor responsávelJoão Guilherme B. Reis e Silva
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Obs : Os filmes serão veiculados, de segunda a sexta-feira,
         das 23h40min às 24h 
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DATAS E HORÁRIOS DE VEICULAÇÃO

Data
Horário
Título
Duração
31-Jan-11
(2ª-feira)
23h40min
A Céu Aberto
7min
31-Jan-11
(2ª-feira)
23h47min
Confissão
8min
01-Fev-11
(3ª-feira)
23h40min
Café com Rebu
9min
01-Fev-11
(3ª-feira)
23h49min
Depois de sábado
6min
02-Fev-11
(4ª-feira)
23h40
Depois da pele
14min
03-Fev-11
(5ª-feira)
23h40
Estar
10min
03-Fev-11
(5ª-feira)
23h50
Cartomantes
8min
04-Fev-11
(6ª-feira)
23h40
Por uma noite apenas
14min
07-Fev-11
(2ª-feira)
23h40
Nos limites da perfeição
9min
07-Fev-11
(2ª-feira)
23h49
Sebo
8min
08-Fev-11
(3ª-feira)
23h40
O rosto que sorri
13min
08-Fev-11
(3ª-feira)
23h53
Bengalas
6min
09-Fev-11
(4ª-feira)
23h40
Cama, mesa e cama
7min
09-Fev-11
(4ª-feira)
23h47
Triângulo
10min
10-Fev-11
(5ª-feira)
23h40
Silêncio, por favor
7min
10-Fev-11
(5ª-feira)
23h47
Dor de cabeça
12min
11-Fev-11
(6ª-feira)
23h40
Seja você um camelo
8min
11-Fev-11
(6ª-feira)
23h48
Ruído
8min
14-Fev-11
(2ª-feira)
23h40
Eu vejo
10min
14-Fev-11
(2ª-feira)
23h50
5 dedos
7min
15-Fev-11
(3ª-feira)
23h40
Farrapos com a Ramiro
10min
15-Fev-11
(3ª-feira)
23h50
Entre telas
8min
16-Fev-11
(4ª-feira)
23h40
Duo
12min
16-Fev-11
(4ª-feira)
23h51
Das coisas esquecidas no sono
6min
17-Fev-11
(5ª-feira)
23h40
Entre a língua e o céu da boca
11min
17-Fev-11
(5ª-feira)
23h51
Full gás
7min
18-Fev-11
(6ª-feira)
23h40
Quarto de espera
12min
18-Fev-11
(6ª-feira)
23h52
Anagrama
7min
21-Fev-11
(2ª-feira)
23h40
Segura na mão de Deus
11min
21-Fev-11
(2ª-feira)
23h51
Sofá verde
8min


CONFIRAM!!!


Beijos e até breve!