Depois de muuuitoo tempo de sumiço, estou de volta!
Preciso já ir me defendendo logo de cara que é pra tentar amenizar a minha falta... as últimas semanas foram completamente ocupadas, corridas e loucas! Estive em set final de semana após final de semana. Começamos as filmagens dos curtas de conclusão da minha turma de Cinema no dia 23 de abril com o filme "Tricô e pitangas" de Iuli Gerbase e Marília Garske, no qual tenho o maior orgulho de assinar a Direção de produção, filme lindo, sou apaixonada pelo projeto todo! No outro final de semana foi a vez de "Bóia" das loucas e muito talentosas, Alice Castiel e Paula Martins, das quais eu sou mega fã! Tive o imenso prazer de ajudar na produção fazendo uma assistência básica e também fiquei responsável pelo making of da última diária, um belo projeto. Depois veio o "Ela só", o primeiro filme de terror da PUCRS assinado por Pâmela Hauber (eu) e Stefania Curti. O set foi tenso, tão tenso quanto o filme, mas o importante é que... se preparem, a gente veio pra assustar!! hehe. E por último, mas não menos importante, final de semana passado gravamos o "Quando a música acabar cante para mim", primeiro musical da PUCRS, dirigido pelo irreverente João Suriz, sensacional! É isso, gente.. esse final de semana é o primeiro que eu estou de folga... folga essa que acaba semana que vem já que eu tive o imenso prazer de ser convidada a fazer a Direção de fotografia, junto com o meu colega e amigo Daniel Petry, dos curtas de conclusão do curso de atores da Casa de Teatro, curtas que formarão um longa.. que chique a gente, hein? Te mete! Enfim, não quero prometer nada, afinal tá tudo mesmo muito corrido e louco, mas me esforçarei ao máximo para não abandonar mais o blog. Nem que eu tenha que contar minhas próprias experiências... hehehe.
Enfim, sem mais delongas.. mesmo com tanta correria continuo assistindo a muitos filmes, sem parar, sem cansar! Hoje vim para falar de "O preço da traição", mas abro parênteses para indicar os ótimos "Educação" e a refilmagem de "A hora do pesadelo", lembrando é claro que, nenhuma refilmagem ficará melhor do que o sensacional original, mas o novo filme é bastante interessante, cheio de truques de montagem, mortes sangrentas e bem feitas e uma fotografia de arrasar! Eu como sou fã de iluminações coloridas e marcantes, adorei as escolhas de Jeff Cutter, esse que também assina a direção de foto do incrível "A orfã".
Bom, eu estava há meses esperando a estréia de "Chloe" ou para nós, "O preço da traição" e, assim que entrou em cartaz, dei um jeito de ir assistir. Ok, preciso admitir que imaginei algumas coisas um pouco diferentes, mas o filme é sim um arraso! Direção assinada por Atom Egoyan, a história é sobre Catherine, uma mulher bem resolvida profissionalmente, mas que tem tido problemas com o seu relacionamento com o filho e vem desconfiando da lealdade de seu marido, esse que, como ela só vive para o trabalho e não nega sua fama de galanteador. Quando suas desconfianças vão ficando mais aguçadas ela resolve tomar uma atitude ousada... ela contrata Chloe, uma jovem prostituta de luxo para tentar seduzir seu marido. O que ela não sabe é que essa jovem é uma inteligente, sedutora, manipuladora e solitária mulher que procura alguém para amar. Em pouco tempo, Catherine se vê envolvida em uma história louca de obsessão, dúvidas, paixão e loucura. O filme é extremamente tenso. Você passa o tempo todo tentando entender as entrelinhas dessa história maluca. Como disse antes, algumas coisas são um pouco diferentes do que imaginei. Acho que o roteiro tem alguns problemas de formatação, em alguns momentos parece que faltam respostas, que situações ficam um tanto quanto abertas demais, parece que tem algumas coisas que ficam no ar quando não deveriam ficar. Mas ainda assim o filme é ótimo! Vale salientar a sensacional performance da jovem Amanda Seyfried, a mesma mocinha de "Mamma mia" está transformada nessa ardente e intensa personagem Chloe, até mesmo nós, espectadores, dali a pouco nos vemos envolvidos com aquela mulher, uma ótima interpretação. Palmas também para a belíssima Julianne Moore que arrasa no seu papel. Confesso que antigamente tinha uma certa implicância com a Julianne e com os papéis que ela fez, mas nos últimos anos tenho me surpreendido positivamente com suas performances avassaladoras... mais uma vez fui surpreendida! Me encantei totalmente com essa mulher que, entre altos e baixos, permanece forte e decidida durante toda a história. A personagem dela é a que fica mais em aberto e não se sabe ao certo o que realmente ela queria, ou quer. Isso é legal, fica no nosso imaginário. Adorei! A fotografia do filme é algo do qual quero comentar também, com momentos de contrastes bem marcados, luzes estouradas nos fundos dos planos, desfoque de segundos planos, closes, cores quentes... tudo aquilo do qual gosto muito! Me chamou atenção durante várias cenas e, para quem é da área, vale a pena conferir a foto de Paul Sarossy.
Então é isso aí, povo! Tá chegando a hora do "Sex and the city 2", hein?!?? Ai, tô surtando já! hehe.
Tentarei vir antes de postar sobre o Sex, mas, se não der, virei cheia da loucura depois de ver as meninas na tela de novo. hehe.
Bom domingo a todos e até a próxima!
Beijos!
Pam
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