Nas últimas semanas eu estive vendo vários tipos diferentes de filmes, em gênero, etnias e abordagens. Comecei com o brasileiro Como esquecer, uma história de amor (e dor) de temática homossexual sobre uma professora que tenta se recuperar da perda de um grande amor com a ajuda dos amigos e também de uma nova mulher que entra em sua vida. Depois fui para um americano básico Juntos pelo acaso com a talentosa Katherine Heigl – de quem sou fã desde sua personagem no Grey’s Anatomy, o filme é, aparentemente, uma comédia romântica cheia de coisas para rir como a Katherine vinha trazendo em seus últimos (ótimos) trabalhos. Mas não. O filme beira um drama, alias, ele é bem triste, na verdade. É sobre um casal de padrinhos (que se odeiam) e ficam responsáveis por uma bela neném quando os pais dela (melhores amigos deles) morrem. Depois o resto é romance água com açúcar (gostosinho), mas é bastante triste. Tenho dúvidas ainda sobre o que achei do filme. O que mais gostei, com certeza, foi da companhia que esteve comigo no cinema. ;) No outro dia caí de pára-quedas no sofá da casa da Melina para assistir ao surpreendente filme mexicano Maus hábitos que conta a história chocante de três mulheres que vivem diferentes tipos de distúrbios alimentares. Um soco no estômago, de fato. Mas um ótimo filme! Muito bem construído, decupagem inteligente, belíssima fotografia, roteiro instigante, final interessantíssimo. Gostei muito. Vou ver se descubro mais coisas a respeito e em seguida falo para vocês. Continuando, na segunda-feira agora sentei aqui em casa e assisti sozinha, primeiro ao filme espanhol sensual, surpreendente e quente Carne Trêmula do Almodóvar que é sobre as idas e vindas do amor e do sexo perante as viradas e os obstáculos da vida. E em seguida, engatei o francês Delicatessen – que estava na minha gaveta há mais de um ano, porque eu usaria ele como referência de fotografia para um filme que acabamos não fazendo, demorei pra assistir mas agora foi – conta sobre as crises de um França decadente onde um grupo de moradores (bizarros) de um prédio acobertam um maluco açougueiro (que trabalha no andar térreo) que contrata ajudantes com o único objetivo de matá-los para depois vender e comer suas carnes. Total humor-negro, porém, confesso que gostei muito da fotografia, mas o filme, a meu gusto, deixou a desejar. Hoje terminei minha maratona de filmes loucos com o coreano Time – que, confesso, também estava guardado na minha gaveta.. esse há 2 anos. Foi sugestão para referência na época que estava escrevendo o meu documentário Nos limites da perfeição – o filme conta a história de uma mulher que tem sérios problemas com sua auto-estima e que não consegue confiar no namorado, acreditando que ele a deixará a qualquer instante porque ela tem um rosto muito comum; inconformada ela some da vida dele e paga um cirurgião plástico para que mude completamente o seu rosto, um tempo depois ela procura o ex-namorado e ele se apaixona por ela (por quem ela é agora), mas as coisas não saem como ela havia planejado. Contei esse último mais detalhadamente porque a história é mesmo muito interessante, entretanto, preciso dizer que esse também deixou a desejar. Não sei. Achei algumas coisas um tanto quanto confusas. Alguns planos que pareciam estar fora do lugar. Algumas repetições desnecessárias de cenas. E, sim, aqueles rostinhos tudo meio parecidos me confundiram um bocado. Dali a pouco eu não sabia quem tinha feito ou não cirurgia plástica, não lembrava quem eram os personagens e já me perdia no que tava acontecendo. Foi meio difícil assistir ao filme. acreditem.
Contei tudo bem resumidamente porque não acho que seja necessário entrar em maiores detalhes. Fiquei bem satisfeita com essa rodada de filmes, porque pude estar diante de culturas diferentes, contadas de maneiras totalmente distintas e, mesmo que não tenha gostado de todos os filmes completamente, com certeza cada um deles me trouxe alguma reflexão ou sei lá, alguma coisa. Me senti super bem depois de assistir a filmes tão diferentes. Foi uma experiência e tanto. Mas, pra ficar uma dica mais consistente, se fosse para eu indicar que vejam, diria para conferirem: Carne trêmula e Maus hábitos. Vale a pena!
Contei tudo bem resumidamente porque não acho que seja necessário entrar em maiores detalhes. Fiquei bem satisfeita com essa rodada de filmes, porque pude estar diante de culturas diferentes, contadas de maneiras totalmente distintas e, mesmo que não tenha gostado de todos os filmes completamente, com certeza cada um deles me trouxe alguma reflexão ou sei lá, alguma coisa. Me senti super bem depois de assistir a filmes tão diferentes. Foi uma experiência e tanto. Mas, pra ficar uma dica mais consistente, se fosse para eu indicar que vejam, diria para conferirem: Carne trêmula e Maus hábitos. Vale a pena!
Bom, amanhã é dia de maratona de cinema, no cinema! Provavelmente a última durante um bom tempo. Devido aos trabalhos de final de ano (oba!!) é bem difícil que consigamos tempo pra fazer dessas nos próximos meses. Então, amanhã vamos aproveitar. Mais cinco filmes. seguidos. aparentemente bem diferente uns dos outros. Tô animada, acho que vai ser uma rodada boa, de novo!
Pra ir finalizando, mas pra não perder o costume de falar de mim. Estou passando por alguns dias um pouco estranhos. Ando com sono, vontade de fazer nada, meio tristinha, meio mais pra lá do que pra cá. Acho, sinceramente, que é hormonal. Porque, ao mesmo tempo que tô me sentindo assim (que meu corpo está mandando sinais desse tipo), ao mesmo tempo ontem quando estava voltando do centro pra casa, no ônibus, escutando, música, de repente me dei conta do quanto eu estou feliz com os últimos acontecimentos. Sério. Nunca estive tão feliz em toda a minha vida!
“I want to vanish inside your kiss. Every day I love you more and more.”
É isso, gente! Um dia de cada vez. Cada coisa ao seu tempo. Filmes. Filmes. E filmes! E amor! Sempre!
Nos vemos em breve!
Beijos,
Pam
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